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3º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável

31/07/2009

sustentabilidadePara todos os interessados em “inovar, educar e agir na busca de soluções para superar os problemas sociais e ambientais, tendo a sustentabilidade como pilar central e norteador”, acontecerá na primeira semana de Agosto no Teatro TUCA (PUC-SP) o 3º Congresso Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável.

O objetivo do Congresso é atravessar a barreira da teoria e buscar soluções inovadoras, práticas e que tenham um baixo impacto socioambiental. Para isso contará com um fórum sobre Comunicação e Sustentabilidade, plenárias e workshops.

Para mais informações, programação completa e inscrição acesse:

www.sustentavel2009.org.br

Data: 4 a 6 de Agosto de 2009

Local: Teatro TUCA, R. Monte Alegre, 1024 – Perdizes – SP

Caroline Martins de Souza

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Comunicação Governamental

20/07/2009

A comunicação governamental aborda as ações e atividades desenvolvidas pelo Governo federal, Estadual e Municipal (e todos seus órgãos, como secretarias e ministérios) para democratizar os interesses e prestar conta de seus serviços à opinião pública.

Algumas empresas estatais como Embrapa, Banco do Brasil e Petrobrás estão cada vez mais aderindo a excelência na comunicação. Porém, quando se fala em política brasileira, a transparência e ética não são características identificáveis. O que acaba denegrindo a imagem da comunicação estratégica, pois muitas vezes os governantes usam a comunicação para defender os interesses governamentais e promoção pessoal e não para se alinhar com a opinião pública.

Por outro lado as organizações privadas utilizam o lobby como estratégia para defender seus interesses. Do ponto de vista democrático os grupos organizados (empresas, entidades e movimentos sociais) têm o direito de defender seus interesses e ideias.  Mas como dito anteriormente, não há transparência e nem ética dentro da política, e a corrupção, propina e o abuso de poder invadem o espaço e denigrem a imagem do lobby.

Cabe aos cidadãos cobrarem  que os governantes trabalhem de maneira ética e assim com que os políticos prestem conta de suas ações, fazendo valer o uso do voto consciente.

 

Juliana M. Destro

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Mais sobre terceiro setor

08/07/2009

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Os novos paradigmas da sociedade fazem com que as organizações utilizem cada vez mais estratégias e instrumentos da comunicação para estreitar e melhorar o relacionamento com seu público, entre essas organizações pode-se destacar o crescimento do terceiro setor nessas atividades.

O terceiro setor corresponde a instituições com preocupações e práticas sociais, culturais e ambientais, sem fins lucrativos e que geram bens e serviços de caráter público. Como por exemplo, ONGs (organizações não governamentais), instituições religiosas, com o apoio de voluntários, etc.

 

Essas ações podem ser classificadas em:

 

- filantrópicas – ato de doar dinheiro ou outros bens a favor de instituições e/ou pessoas. Pode ou não ser contínua.

- sustentáveis – Ajuda que gera outras ações sem a necessidade de mais investimento. A ação acaba se autosustentando.

- de responsabilidade social – ações conjuntas das empresas e todos seus funcionários, cumprindo deveres e obrigações para com a sociedade. Não só de maneira financeira, mas também como trabalho voluntário.

 

Muitas empresas investem nessas causas apenas pela redução do valor de imposto de renda, porém cada vez mais, devido às dificuldades sociais, muitas organizações levam esse trabalho assistencial bem a sério.

E é ai que  atua a comunicação, estreitando o relacionamento entre a organização e a comunidade, e divulgando as ações realizadas (embora algumas empresas não desejem que essas ações sejam divulgadas). A utilização de técnicas e estratégias como eventos beneficentes, divulgação impressa e on-line e blogs estão cada vez mais em alta neste setor.

 

Algumas instituições de ensino superior oferecem cursos nessa área, como a FGV (fundação Getúlio Vargas);  Instituto Ethos de Responsabilidade Social e CEATS (centro de Empreendedorismo Social e Administração do terceiro Setor).

Para obter informações dos cursos acesse:

FGV: http://fgvrj92.fgv.br/ingresso/ExibirDescricoesOfertaCurso.aspx?OfertaCurso=236

Instituto Ethos de Responsabilidade Social: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/48/o_instituto_ethos/o_uniethos/sobre_uniethos.aspx

CEATS: http://www.ceats.org.br/cursos.php

Thamy  Cavassani

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Lançamento oficial do livro “Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos”

30/06/2009

capa livroConforme  citado no dia 15/05, os professores James Grunig, Maria Aparecida Ferrari e Fábio França lançaram seu novo livro, Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos, no dia 06 de agosto na FAPCOM.

 O livro é dividido em três partes:
 Parte I – Uma teoria geral das Relações Públicas – quadro teórico para o exercício da profissão, James E. Grunig;
 Parte II - Cenário latino-americano da Comunicação e Relações Públicas, Maria Aparecida Ferrari;
 Parte III - Relacionamentos corporativos , Fabio França .

  A obra é destinada  a profissionais e pessoas interessadas na área.

 O lançamento contará com a presença dos três autores e acontecerá na FAPCOM – Rua Major Maragliano, 191, Vila Mariana – São Paulo – Dia 06 de agosto as 19:00.

Confirme sua presença pelo e-mail: marketing@difusaoeditora.com.br ou telefone (11) 4427-9400. Entrada gratuita.

 Para mais informações :  http://www.difusaoeditora.com.br

Marina Almeida Leite dos Santos

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Relações Públicas no Festival Internacional de Cannes

23/06/2009

A profissão de Relações Públicas vêm ganhando cada vez mais destaque em meio a outras carreiras da área da Comunicação. Prova disso foi a criação de uma categoria específica em dois festivais que premiam cases de Publicidade e Propaganda: o Cannes Lions e também o Clio Awards 2009. A novidade surgiu devido ao grande interesse das agências de relações públicas em participar do evento.

 

Neste ano no Cannes Lions, além da nova categoria “PR”, também há novidades, como a participação de dez brasileiros no júri, incluindo o representante e sócio da CDN, Andrew Greenlees, que representará o país como jurado da categoria que irá avaliar e julgar cases de comunicação corporativa. Andrew se dispôs a participar como substituto de João Rodarte, presidente da CDN, devido ao conflito de datas em sua agenda.       

Os cases inscritos serão premiados de acordo com os projetos de comunicação corporativa, endomarketing, gestão de crises, responsabilidade sociambiental e relacionamento com o governo e órgãos públicos. Além disso, também haverá categorias técnicas, com premiação de cases que envolvam a utilização de eventos, patrocínios, internet e mídias sociais.

 

O Cannes Lions acontece até sábado, dia 27de Junho. Os cases de relações públicas foram apresentados nesta segunda, dia 22 de junho, e já garantiu um Leão para o país com a ação da Rede Globo de divulgação da serie televisiva Mil Casmurros. O grande vencedor da categoria foi o caseO melhor emprego do mundo”, para estimular o turismo em Queensland, na Austrália. Lembrando que na categoria de Relações Públicas não há divisão entre Leões de ouro, prata ou bronze.

Maiores informações sobre o Festival acesse:

http://www.festival-cannes.com/en.html

Caroline Martins de Souza

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O fim de uma fase

05/06/2009

Leitores,

 Estamos chegando ao final do semestre, e com isso ao fim da nossa matéria de comunicação organizacional, portanto encerramos hoje as nossas publicações diárias.

Não se preocupem, iremos manter o blog no ar, independente da disciplina acima mencionada, mas com uma frequência menor de postagens.

Para nós, está experiência foi extremamente produtiva e satisfatória. Com as publicações tivemos a oportunidade de melhorar nossa escrita, pesquisar e entender melhor nossa área de atuação, além de termos conhecido outros blogs e suas rotinas.

Esperamos que vocês continuem acompanhando o nosso trabalho e cultivando a “mania de blogar”.

Caroline Martins de Souza

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E a carreira, para onde vai?

04/06/2009

Depois de tanto falarmos sobre Comunicação Organizacional, fica uma vontade de experimentar possibilidades e entrar de cabeça no mercado de trabalho. Falamos muito sobre teorias de comunicação e o que é exigido do profissional dessa área, mas hoje vamos falar um pouco mais das possibilidades que vamos encontrar lá fora.

 

O profissional da área de comunicação pode atuar em diversas áreas em uma organização, já que seu trabalho é dinâmico e variado. Em sua função estratégica, a comunicação atua ao lado da alta administração, traçando diretrizes e planos para a empresa. Há também o profissional que atua na área técnica, auxiliando a função estratégica em uma atividade mais prática.

 

Com a nova direção que o mercado vem tomando, hoje é comum que a função técnica seja exercida em agências de consultoria ou prestação de serviços de comunicação. As grandes empresas contratam o serviço dessas agências, que desenvolvem toda a técnica a partir do plano de comunicação. O trabalho em agências é dinâmico e desafiador, com um novo cliente e uma nova proposta a cada dia.

 

O profissional estratégico por sua vez, atua dentro da organização, e é responsável pela elaboração e aplicação do programa de comunicação, tanto interna quanto externa. É fundamental que esteja interligado e conectado a tudo que acontece em todos os departamentos, já que sua função é essencial para o bom funcionamento e a prosperidade de uma marca. O trabalho dentro de uma companhia possui mais rotina, porém é também muito desafiador e com grande relevância para a organização.

Tamires Ribeiro Porto Silvestre

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A arte de um lobista

03/06/2009

 Capa do filme Obrigado por Fumar

“Preciso pagar a hipoteca da casa.”. Foi com tais palavras que Nicholas Naylor, mais conhecido como Nick Naylor, principal porta voz da Academia de Pesquisa sobre o Tabaco, uma organização que, teoricamente tem como objetivo divulgar as informações cientificas e imparciais das necessidades do público norte-americano e das companhias de tabaco, definiu o motivo pelo qual trabalhava defendendo um produto que matava cerca de quatrocentos e setenta e cinco mil pessoas de pessoas por ano, mil e trezentas mortes por dia.

O livro Obrigado por Fumar, do autor Christopher Buckley, não poupa sensacionalismo nas falas do personagem principal, tampouco críticas em questões moralistas, abordadas em todos os capítulos, colocando em dúvida a ideologia implantada por dois lados justificados, cada qual com seu ponto de vista.

São 30 capítulos que abordam de maneira escancarada, cínica e até mesmo agressiva a vida de Nick Naylor, enquanto lobista divorciado politicamente incorreto de uma empresa do tabaco. Ele ganha a vida defendendo a ideia dos direitos dos fumantes, tentando fazer com que não haja uma queda na venda dos cigarros nos Estados Unidos, por conta dos que defendem a saúde e são opositores ao fumo.

Ele participa de um grupo chamado Mod Squad, abreviatura de Merchants of death (Mercadores da morte), que reunia os porta vozes das indústrias do tabaco – Nick Naylor, lobista da Academia de Pesquisa sobre o Tabaco , bebida – Polly Bailey, lobista do Conselho de Moderação, e armas – Bobby Jay, lobista da SAFETY (Sociedade para o Desenvolvimento de Armas de Fogo e Treinamento Eficiente da Juventude).  O grupo não mostra sensibilidade alguma e escancaram de maneira natural. Estão sempre preocupados com interesses de suas organizações e as defendem até o fim, nem que para isso precisem abrir mão de sua ética e opinião pessoal.

Nick trabalha com Budd Rohrabacher, chamado de BR, diretor da Academia, Jeannette, sua subordinada no setor de comunicação, Gazelle, sua secretaria, e mais membros que compõe a organização. O dono da Academia de Pesquisa é Doak Boykin, mais conhecido como Capitão, um grande magnata do tabaco, que construira seu império com muita dedicação e sabedoria. Personagens bizarros entram em cena para complicar a vida de Nick a todo o momento, que tem que ter jogo de cintura para lidar com os novos desafios.

O livro aborda de maneira negativa e errônea as atividades de Relações Públicas, em que são mostradas meramente como lobby. Há uma manipulação de informação por parte dos lobistas, que não se importam com os públicos de suas empresas, e sim somente com o seu próprio ponto de vista. As organizações precisavam ganhar dinheiro, e os profissionais, dados como relações públicas, o faziam de modo grandioso, diga-se de passagem. Porém, em alguns capítulos, Nick prepara planos de ação para a APT, quando posto em dúvida pelo seu chefe, por somente reagir às situações diversas, e não agir, como deveria, por apagar incêndios menores quando deveria cuidar do fogo na floresta.

Uma parceria com a indústria cinematográfica coloca novamente a atividade de relações publicas em dúvida, em que se utiliza o merchandising para vender mais cigarros, fazendo com que atores fumem nos filmes hollywoodianos.

Não podemos negar que Nick Naylor tinha muito argumento quando se tratava de questões sobre o tabaco. Usava de informações falsas às vezes para conseguir com que a opinião pública acreditasse nele, ou simplesmente para virar o jogo quando estava diante de um impasse, imposto por alguns de seus inimigos. Considerava-se um mediador entre dois setores da sociedade, como ele mesmo relata a Heather Holloway, jornalista do jornal Moon, com quem mantém um caso em segredo no desenrolar da história.

O filme lançado em 2006 mostra exatamente o que o livro tenta passar, Nick Naylor, um lobista preocupado com seus próprios interesses, que ao longo da história nota que não é tão importante quando percebe a atenção que seu filho Joey, de doze anos, dá ao seu trabalho e ao fumo.

Enfim, um livro que deve ser lido por todos aqueles que se não importam com a linguagem escancarada e por muitas vezes direta, em situações constrangedoras, o humor negro que o autor utiliza, satirizando a vida dos funcionários de uma empresa que defendem o tabaco.

Cintia Trovo

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Expectativas do Mercado de Trabalho

02/06/2009

 

 Imagem do Google

Imagem do Google

 

 

 

Os futuros profissionais são atormentados muitas vezes pela mesma dúvida. Afinal, o que o mercado de trabalho espera de nós?

Com tamanha concorrência, as organizações escolhem  para suas equipes apenas profissionais gabaritados que são capazes de atingir as metas estabelecidas por ela. Para conseguir tal proeza é necessário muita preparação. Em primeiro lugar é fundamental que os profissionais da “modernidade” estejam sempre estudando, e que dominem não só os assuntos relacionados à sua área.

Imprescindível também é o conhecimento de outros idiomas, o inglês ainda é o mais requisitado nos processos seletivo, e de informática, é preciso saber utilizar os recursos básicos que o computador nos oferece.

Usar corretamente a nossa língua mãe é outro item essencial que as empresas valorizam muito, praticamente todo processo seletivo possui a fase da redação.

Não podemos nos esquecer que diferenciais como cursos, intercâmbios, e participações em Ongs influenciam no processo de contratação.

Sabendo trabalhar em equipe e usando suas qualidades a favor de si, fica mais fácil de ser contratado por alguma organização e finalmente entender o que elas esperam de nós!

 

                                                                                                                                                       Marina Almeida Leite dos Santos

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Teoria: Escola de Montreal

01/06/2009

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O pensamento “Escola de Montreal” leva o nome da escola onde foi criado, no Canadá, na cidade de Montreal pelo professor James Renwick Taylor, que percebeu a necessidade de estudos sobre a comunicação dentro das organizações.

Com a sociedade globalizada são mais perceptíveis as mudanças constantes de comportamento e opiniões do público, a partir deste contexto que em 1980 surgem os conceitos da Escola de Montreal, fazendo uma análise interpretativa dos públicos, do cenário, dos discursos e das linguagens da comunicação dentro das organizações.

Através da comunicação os atores sociais modificam as organizações, modificam seus discursos, suas atitudes, mostrando que cada vez mais a comunicação é peça chave dentro das organizações, uma não vive sem a outra e as organizações devem se adaptar a essas mudanças.

Todos os tipos de relacionamento são formas de comunicação e a organização surge a partir de processos comunicativos, verbais e escritos. Há processo de comunicação entre seus funcionários, entre seus públicos, acionistas, fornecedores, etc.

Uma organização que se baseia nessa teoria interpretativa, analisando o discurso transmitido para seu público, se preocupando com as respostas dadas aos estímulos, passando a pesquisar a opinião de seus consumidores e públicos têm grandes possibilidades de entender como funciona a comunicação organizacional, conseguindo assim manter um relacionamento duradouro com seus públicos de interesse.

  

Thamy Cavassani

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